Boas notícias concurseiros! O concurso TRT MG voltou ao radar e pode ter novos desdobramentos em breve: o Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais avalia internamente a possibilidade de abrir um novo certame, com discussões voltadas para preparativos ao longo de 2026, visando à recomposição do quadro de pessoal e à continuidade dos serviços prestados pela Justiça do Trabalho no estado. De acordo com informações divulgadas pela imprensa, a realização do concurso segue em análise dentro do planejamento institucional, com expectativa de que eventuais nomeações ocorram após o término da validade do concurso vigente, que permanece válido até 17 de fevereiro de 2027. Se interessou? Continue lendo e descubra todos os detalhes do concurso TRT MG?
Qual a situação atual do concurso TRT MG?
Um novo concurso TRT MG (Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região) está no radar do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. O órgão avalia internamente a possibilidade de abrir uma nova seleção para recomposição do quadro de servidores, com expectativa de que o edital possa ser publicado em 2026.
Neste momento, porém, o tema ainda está em fase inicial de estudos. Não há cronograma oficial divulgado, autorização formal confirmada ou comissão organizadora definida.
Também não existe, até agora, definição sobre cargos e número de vagas. Essas informações dependem de levantamento de necessidades, análise orçamentária e aprovação do planejamento interno.
O TRT MG mantém concurso vigente para servidores, com validade até 17 de fevereiro de 2027. A intenção seria estruturar uma nova seleção ao longo de 2026 para que haja lista de aprovados disponível após o encerramento do certame atual, garantindo continuidade na reposição de pessoal e nas atividades administrativas e judiciárias.
Déficit de servidores no TRT MG
O concurso TRT MG pode ganhar força nos próximos meses diante do atual cenário de necessidade de recomposição do quadro de servidores. Segundo dados do próprio Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-3), o órgão registra atualmente 444 cargos vagos, distribuídos entre diferentes áreas e especialidades.
Na prática, esse número representa funções já previstas no quadro oficial de pessoal, mas que ainda não estão ocupadas. A existência de vacâncias é um dos principais fatores considerados na abertura de novos concursos públicos, especialmente em tribunais, que dependem diretamente da atuação de servidores para garantir o funcionamento administrativo e a tramitação regular dos processos.
A seguir, confira como as vagas em aberto no TRT MG estão organizadas por nível de escolaridade e cargo.
Cargo de Analista Judiciário:
- Área Judiciária: 20 vagas
- Área Administrativa: 4 vagas
- Especialidade Contabilidade: 5 vagas
- Especialidade Medicina: 5 vagas
- Especialidade Tecnologia da Informação: 5 vagas
- Especialidade Psicologia: 2 vagas
- Especialidade Estatística: 2 vagas
- Especialidade Medicina do Trabalho: 2 vagas
- Especialidade Odontologia: 1 vaga
- Especialidade Comunicação Social: 1 vaga
- Especialidade Engenharia: 1 vaga
- Especialidade Engenharia Civil: 1 vaga
- Especialidade Engenharia Elétrica: 1 vaga
- Especialidade Engenharia Mecânica: 1 vaga
- Especialidade Medicina Cardiologia: 1 vaga
Cargo de Oficial de Justiça:
- Oficial de Justiça Avaliador Federal: 31 vagas
Cargo de Técnico Judiciário:
- Área Administrativa: 321 vagas
- Especialidade Agente da Polícia Judicial: 30 vagas
- Especialidade Contabilidade: 7 vagas
- Especialidade Enfermagem do Trabalho: 3 vagas
Concurso TRT MG: Salários e benefícios
Quem acompanha o concurso TRT MG costuma ter uma dúvida central: afinal, quanto ganha um servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região? Atualmente, as remunerações são compostas por vencimento básico + Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ), além de benefícios que aumentam o valor final recebido mensalmente.
De modo geral, os cargos de Técnico Judiciário e Analista Judiciário estão entre os mais procurados, justamente por oferecerem salários atrativos e possibilidade de progressão na carreira, conforme previsto na legislação.
Técnico Judiciário (nível superior)
Para o cargo de Técnico Judiciário, a remuneração inicial é de R$ 9.052,54, já considerando a soma do salário-base com a GAJ.
Com a inclusão de benefícios como auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e assistência à saúde, o total pode chegar a aproximadamente R$ 10.512,92, dependendo do perfil do servidor e das condições de concessão.
Analista Judiciário (nível superior)
Já para o cargo de Analista Judiciário, o valor inicial é mais elevado: R$ 14.852,66, também composto por vencimento básico somado à GAJ.
Com os benefícios previstos, a remuneração mensal pode atingir cerca de R$ 16.313,06, tornando o cargo um dos mais atrativos do Judiciário Federal.
Os valores informados refletem os reajustes estabelecidos pela Lei nº 14.523/2023, aplicados de forma escalonada em três parcelas, concluídas até fevereiro de 2025.
Gratificações previstas para servidores do Judiciário Federal
Além do vencimento básico, a estrutura remuneratória do Judiciário Federal inclui gratificações específicas previstas na Lei nº 11.416/2006, que organiza as carreiras do Poder Judiciário da União.
Nem todos os cargos recebem todas as gratificações, pois algumas são restritas a determinadas áreas. Confira as principais:
- GAJ (Gratificação de Atividade Judiciária): paga a todos os cargos, independentemente da área;
- GAS (Gratificação de Atividade de Segurança): exclusiva para servidores da área de segurança institucional;
- GAE (Gratificação de Atividade Externa): destinada ao cargo de Analista Judiciário – Oficial de Justiça.
Benefícios
Além do salário, os servidores do TRT da 3ª Região contam com benefícios que complementam a remuneração. Entre os principais, estão:
- Auxílio-alimentação
- Assistência pré-escolar
- Auxílio-transporte
- Exames periódicos
- Assistência médica e odontológica, com participação da União
Como foi o último concurso TRT MG?
O último concurso TRT MG para servidores foi realizado em 2022, com o objetivo de formar cadastro reserva para cargos de nível médio e nível superior. Na ocasião, a organização do certame ficou sob responsabilidade da FUMARC, banca escolhida para conduzir as etapas do processo seletivo.
O edital contemplou oportunidades em diferentes áreas do tribunal, incluindo carreiras administrativas, especialidades técnicas e funções ligadas à execução de atividades externas e de segurança institucional. A seguir, veja quais cargos foram ofertados no último edital do concurso TRT MG.
No caso de ensino médio, as opções foram as seguintes:
- técnico judiciário — área administrativa;
- técnico judiciário — agente da Polícia Judicial.
Para ensino médio com formação técnica:
- técnico judiciário — contabilidade;
- técnico judiciário — enfermagem do trabalho;
- técnico judiciário — tecnologia da informação
Por fim, para nível superior:
- analista judiciário — oficial de Justiça avaliador federal;
- analista judiciário — área judiciária;
- analista judiciário — área administrativa;
- analista judiciário — contabilidade;
- analista judiciário — arquitetura;
- analista judiciário — arquivologia;
- analista judiciário — comunicação social;
- analista judiciário — engenharia civil;
- analista judiciário — engenharia elétrica;
- analista judiciário — engenharia mecânica;
- analista judiciário — engenharia de segurança do trabalho;
- analista judiciário — estatística;
- analista judiciário — fisioterapia;
- analista judiciário — medicina;
- analista judiciário — medicina/cardiologia;
- analista judiciário — medicina do trabalho;
- analista judiciário — medicina/psiquiatria;
- analista judiciário — odontologia;
- analista judiciário — odontologia/endodontia;
- analista judiciário — odontologia/pediatria;
- analista judiciário — odontologia/periodontia;
- analista judiciário — odontologia/prótese;
- analista judiciário — psicologia;
- analista judiciário — serviço social;
- analista judiciário — tecnologia da informação.
Como foi a prova do concurso TRT MG 2022?
O concurso TRT MG contou com prova objetiva composta por 60 questões, cobrando conteúdos gerais e específicos, conforme o cargo escolhido. As disciplinas cobradas foram:
- língua portuguesa;
- informática;
- legislação;
- noções de direito;
- conhecimentos específicos.
Além da etapa objetiva, o concurso também incluiu fases complementares, de acordo com o cargo.
O certame ainda contou com:
- provas dissertativas, com redação de 20 a 30 linhas
- testes de aptidão física para a área de polícia judicial
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